quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Mapeando unidade de rede entre Windows e Linux

Olá,

ainda não conheço muito de Linux, mas sempre que tenho dúvidas entro no Viva o Linux para tirá-las, sendo assim quero contribuir com uma ajuda. Outro dia tive que mapear uma unidade de rede do meu SuSE 10 para um Windows que estava na matriz da empresa que trabalho.

Foi utilizado:
  • SuSE Linux 10
  • Windows XP
  • VPN
Primeiro eu criei um diretório:

# mkdir /mnt/share

Depois eu executei o comando mount

mount -t smbfs -o username=NomeUsuario,password=Senha //IP_Maquina_Destino/Drive /Drive_Share

Como exemplo:

# mount -t smbfs -o username=Administrator,password=123456 //192.168.1.2/D /mnt/Share

Bom, é só isso.

Espero que seja útil.

Mapear unidade de rede Windows em ambientes Linux

Esta dica descreve como mapear um share disponibilizado por um servidor Windows em uma máquina Linux. Para tanto, o Samba deve estar instalado na máquina Linux.

  1. Iniciamos a configuração validando os shares acessíveis a partir do desktop Linux. Esta validação pode ser feita através do comando abaixo:
  > smbclient -L  -U 

O sistema pedirá a senha do usuário no ambiente Windows. Caso a resposta seja parecida com a saída abaixo:

  Domain=[] OS=[Windows 5.0] Server=[Windows 2000 LAN Manager]

Sharename Type Comment
--------- ---- -------
Publico Disk Diretorio Publico
Marketing Disk Depto Marketing

os shares descritos em "Sharename" poderão ser montados.

  1. Para proceder a montagem, crie um diretório em /mnt da seguinte forma (neste exemplo montaremos o share "Publico"):
      > mkdir /mnt/Publico
  2. Após a criação deste diretório, proceda a montagem do share seguinte forma:
      > mount -t smbfs -o username=,
    password= ///Publico /mnt/Publico
    Nota: A sintaxe -username=,password= pode ser utilizada para que o sistema não peça o password no momento da montagem. Porém, deixar este comando em algum arquivo texto no ambiente pode ser uma falha de segurança.
  3. Caso seja conveniente, crie um link no ambiente do Linux para que o acesso ao ponto de montagem do share fique mais simples.
      > ln -s /mnt/Publico /

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

link

http://imasters.uol.com.br/artigo/1586/linux/acesso_remoto_a_maquinas_linux/

Acesso Remoto a máquinas Linux

Acesso Remoto a máquinas Linux

Olá meu povo sentiram saudades?! Espero que sim. Antes de começarmos nossa matéria desta semana, gostaria de deixar uma frase no ar para uma profunda meditação. O que o poeta (isto se pode chamar poeta) quis dizer com “Ela é feinha, mas é bonitinha!!”. Profunda não acham? Meditem durante o decorrer da semana!

Vou começar uma série sobre assuntos que tratam de acesso remoto, lembrado aos demais leitores que não esqueci dos modens. Só preciso realmente de um pouco de ar fresco para um assunto tão chato, tendo em consideração que no meu dia a dia não utiliza mais linha discada.

Primeiro vamos pegar carona e lembrar da matéria anterior em que eu dizia de cliente e servidor. Todos sabem que nossas máquinas têm 65.536 portas, porém, antigamente, no tempo em que eu queria viver de informática, década de 70/80 costumava-se destinar aos serviços todas as portas abaixo de 1024.

De certa forma, se tornou uma padronização que hoje em dia não é tão respeitada assim. As portas acima de 1024 são portas entre aspas livres utilizadas para saídas de requisições, porém alguns programas utilizam essas portas chamadas efêmeras para alojar seu servidor como no caso do squid 3128, analogX 6588 e assim por diante.

Nesta matéria vou abordar o servidor Telnet, que nada mais é do que um servidor de acesso remoto que não utiliza criptografia.

Se você for utilizar Windows para acessar um servidor telnet recomendo você entrar neste link e Baixar Putty que nada mais é do que um console em que permite você gravar algumas configurações e também obter outro tipo de acesso além do telnet.

A porta padrão do servidor telnet é a 23 e você deve instalar os seguintes pacotes:
telnet-server* (servidor)
telnet* (este pacote é o cliente que por default já vem instalado)

Vou tomar como base as distribuições RedHat e Conectiva.

Conectiva

Após a instalação você deve entrar no arquivo /etc/inetd.conf e descomentar a linha referente ao telnet.

Caso esteja interessado em mudar a porta padrão, entre no arquivo /etc/services. Mude a porta padrão TCP e UDP para qualquer uma ex: 65536 Salve e levante o servidor: Service inet start

RedHat

Deve-se instalar os pacotes já mencionados e liberar a porta do serviço em /etc/services caso esteja fechada. Para levantar o serviço faça: Service xinetd start

Agora caso você queira deixar o serviço já com start na inicialização digite NTSYV e deixe o serviço correspondente levantado.

Quanto à estação

Windows: Você pode abrir um prompt do Windows e digitar telnet 172.16.30.20
Neste caso você esta utilizando porta default , caso a porta seja outra como no meu exemplo digite telnet 172.16.30.20 65536, sendo que o número em azul é o número da porta. Outra forma de acessar é utilizar o Putty para facilitar sua vida.

Linux/Unix: Basta seguir o exemplo de telnet acima, é idêntico. Pronto!

Agora tenho que vos deixar, abraços e até a próxima coluna.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

@echo off
echo þþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþ
echo þþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþ
echo þþþþþþþþþþþ SYSTEMA DE BACKUP RELATO SERVIÇOS þþþþþþþþþþþþþþþþþþ
echo þþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþ
echo þþþþþþþþþþþ Aguarde a finaliza dos Trabalhos þþþþþþþþþþþþþþþþþþ
echo þþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþþ


FOR /f "tokens=2-4 skip=1 delims=(-)" %%G IN ('echo.^|date') DO (
FOR /f "tokens=2 delims= " %%A IN ('date /t') DO (
SET v_all=%%A
)
)
SET dia=%v_all:~0,2%
SET mes=%v_all:~3,2%
SET ano=%v_all:~6,4%




set HOST=https://127.0.0.1:8333/sdk

SET root=micro

set senha=lalala

set vm_micro=ubuntu8\ubuntu8.vmx


rd d:\vm_bak /s/q

c:
cd\
cd "C:\Arquivos de programas\VMware\VMware VIX"

md d:\vm_bak

md d:\vm_bak\%ano%%mes%%dia%

vmrun -T server -h %HOST% -u %root% -p %senha% Snapshot "[standard] %vm_micro%


vmrun -T server -h %HOST% -u %root% -p %senha% suspend "[standard] %vm_micro%



copy "D:\Virtual Machines\ubuntu8" d:\vm_bak\%ano%%mes%%dia%

vmrun -T server -h %HOST% -u %root% -p %senha% start "[standard] %vm_micro%

vmrun -T server -h %HOST% -u %root% -p %senha% deleteSnapshot "[standard] %vm_micro%

segunda-feira, 27 de julho de 2009

dd + ssh - salvar imagem de partição em maquina remota, copia via rede

Ideal quando não tem espaço suficiente na maquina local para salvar a imagem
Como salvar a copia de partições em outra maquina da rede, mais exemplos e detalhes no tuturial;
http://www.zago.eti.br/boot-dual-win-e-linux.html

Nunca use partições montadas para este tipo copia ou recuperação, quando for o caso de aplicar na única partição do disco, faça boot por um live-CD, ou conecte o HD como secundario em outra maquina, com a partição objeto da copia o recuperação desmontada, aplique os comandos, lembre que estes comandos requer ajuste para adequar ao seu ambiente, tais como partição, usuário, IP e etc...
Tenha muito cuidado, criar imagem da partição não danifica nada, pode ocorrer de não criar a imagem ou não ter o resultado esperado, recuperar instalação com "dd" vai sobrescrever todos os setores da partição, não tem mais como recuperar arquivos da instalação anterior, nem com ferramentas milagrosas para recuperação de dados, portanto faça backup do que restou antes de qualquer ação, também fique atento ao formato das imagens, se usar compactação na copia vai ter que usar também na recuperação, procure praticar em ambiente de testes, procure concentrar e entender o que está fazendo, tudo depende de voce, faça por sua conta e risco.
Cuidado para não confundir a maquina destino com a maquina local, se errar o destino poderá sobrescrever na partição da maquina local em lugar da maquina remota.
Neste tópico estou considerando o uso de HD IDE na origem, no destino não importa o tipo de HD, caso utilize HD SCSI ou Serial ATA que usa device diferente de hdaX, então altere as linhas de comando nos exemplos a seguir para o seu device em uso.
O uso de compactador é opcional, quando usar requer o pacote instalado, fique atento às mensagens de erro, principalmente quando retorna comando não encontrado, pode faltar a instalação ou não estão no path.

Não tem espaço no HD local?, então salve a copia em outra maquina da rede, tem varias opções, prefiro conecetar um CDROM e fazer boot pelo Kurumin, acho perfeito para salvar e recuperar imagens de partições guardadas em outra maquina da rede, quando tem mais de uma partição ou HD, pode fazer boot pela outra partição e neste caso pode montar um compartilhamento NFS ou até mesmo windows e salvar no ponto de montagem, só precisa montar o compartilhamento e entrar no diretório montado para executar o comando, considere que um ponto de montagem será tratado como um diretório local, portanto muito simples e fácil de usar, mesmo assim acho mais prático a dupla Kurumin+ssh, normalmente temos este serviço já configurado e portanto não requer comandos de montagem nem configuração especial para exportar ou compartilhar diretórios, para criar a imagem em outra maquina via ssh, o formato é simples;
Sem compactar a imagem;

dd if=/dev/hda1 ssh zago@192.168.1.120 dd of=copia-a7n8-xp.img

Forneça a senha do usuário-destino quando solicitada.
Recuperar a instalação (restore) com a imagem em outra maquina da rede, quando acessar a imagem em compartilhamento montado, entre no diretório onde se encontra a imagem e dispare o comando, tem exemplos no tutorial indeicado acima sobre uso em diretório local, ou via ssh (na maquina remota) no mesmo diretório onde está a imagem, use neste formato de linha de comando;
OBS, não é recomendado o uso de root, neste exemplo precisa dos poderes de root para gravar, como user comum vai dar erro de permissão, ajuste a seu modo o acesso ao "dd" para user comum gravar no device, em minhas instalações cofiguro o ssh para aceitar conexão direta de root, observe a utilização do root nos exemplos a seguir;
Recuperar a partir de imagem sem compactação;

cat a7v8x-dd-winXPhda1.img ssh -l root 192.168.1.192 '(dd of=/dev/hda1)'

Este exemplo e copia e recuperação se aplicam a qualquer tipo de partição, independe do sistema operacional ou sistema de arquivos, os comandos acima fazem a copia e restaura a instalação do Win XP instalado em sistema NTFS, o mesmo formato de comando funciona em partições Linux, tenha o cuidado de copiar todas as partições do sistema e no destino precisa de espaço livre superior ao tamanho das partições que deseja copiar.

Procure por mais exemplos no Google, tem muitas opções e formato de linha de comando, na caixa de pesquisa tente algo como; dd+ssh

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Configurando um servidor Windows


Em tutoriais anteriores, estudamos bastante sobre a configuração de servidores Linux, incluindo a configuração de servidores Samba. Vamos agora estudar também um pouco sobre o lado negro da força, vendo como as coisas funcionam no mundo dos servidores Windows. O objetivo deste tutorial é servir como uma introdução à configuração do Windows 2003 Server, mostrando os principais recursos do sistema e os passos básicos para configurá-lo.Carlos E. Morimoto
13/02/2008

Em tutoriais anteriores, estudamos bastante sobre a configuração de servidores Linux, incluindo a configuração de servidores Samba. Vamos agora estudar também um pouco sobre o lado negro da força, vendo como as coisas funcionam no mundo dos servidores Windows.

O objetivo deste tutorial é servir como uma introdução à configuração do Windows 2003 Server, mostrando os principais recursos do sistema e os passos básicos para configurá-lo. A idéia não é transformá-lo em um especialista em redes Windows, mas sim oferecer um resumo das opções disponíveis, desmistificando o tema.

Na verdade, o 2003 Server já tem um sucessor, o Windows 2008 Server. Apesar disso, 2003 Server ainda continuará sendo o mais usado durante muitos anos, pois o ritmo de atualização nos servidores é muito mais lento do que nos desktops, já que o investimento necessário para atualizar os servidores (incluindo máquinas, mão de obra e outros custos relacionados) é maior e temos também o risco de algo dar errado durante a migração, causando interrupção nos serviços de rede e causando prejuízos.

O Windows 2003 Server possui diversas versões diferentes, que se diferenciam pelo preço e pelos recursos oferecidos:

Standard Edition: Esta é a versão padrão do sistema, destinada ao uso em servidores deede de uso geral. Ela oferece suporte a máquinas com até 4 processadores e a até 4 GB de RAM. Junto com a versão x64-bit, esta é a versão que você utilizaria em um servidor de rede local.

Web edition: É uma versão limitada do sistema, destinada a ser usada em servidores Web, que é oferecida a empresas de hospedagem a custos reduzidos. Ela oferece suporte a máquinas com até dois processadores e a até 2 GB de memória RAM e oferece um conjunto limitado de serviços. Ao locar um servidor web com o Windows, esta é provavelmente a versão que será utilizada.

Enterprise Edition: Suporta máquinas com até 8 processadores e permite configurar clusters com até 8 máquinas. Ela oferece suporte ao PAE, que permite acessar até 32 GB de memória RAM em processadores de 32 bits que ofereçam suporte ao recurso. Esta versão é tipicamente usada em grandes servidores de bancos de dados e em servidores de alta disponibilidade.

Datacenter Edition: Esta versão roda em uma arquitetura proprietária de hardware, que pode utilizar até 64 processadores. O sistema é fornecido junto com o hardware e com um pacote de serviços que inclui a implementação, o que o torna uma solução incrivelmente cara, reservada a alguns nichos específicos.

x64-bit Edition: É a versão com suporte a processadores de 64 bits. Ela oferece os mesmos recursos da Standard Edition e é configurada da mesma forma, mas oferece suporte a mais memória RAM e pode rodar aplicativos otimizados para o uso de instruções de 64 bits.

Muitas das funções executadas pelo 2003 server podem ser executadas por outras versões do Windows rodando softwares adicionais. Você poderia, por exemplo, transformar uma máquina rodando o Windows XP em um servidor web instalando as versões Windows do Apache, do PHP e do MySQL, mas você não poderia dispor dos mesmos serviços e das mesmas ferramentas de gerenciamento disponíveis no 2003 Server. Além do mais, se a idéia é rodar um servidor web com o Apache, seria mais simples e mais seguro utilizar diretamente um servidor Linux, já que o Windows XP é um sistema operacional para uso em desktops, e conta com um histórico de segurança pouco honroso.

Em geral, servidores Windows são usados em situações onde os recursos nativos do sistema oferecem algum benefício real (como no caso do Active Directory, por exemplo), quando o corpo administrativo responsável pela rede tem experiência apenas com a implementação de servidores Windows (nesse caso possivelmente seria mais caro reciclar toda a equipe do que pagar pelas licenças necessárias), ou quando é necessário usar softwares ou plataformas que rodam apenas sobre ambiente Windows.

Voltando ao 2003 Server, as opções básicas de configuração do servidor são centralizadas no "Configure Your Server Wizard", disponível através do "Iniciar > Manage your Server". Através dele você pode adicionar funções (roles) ao servidor, de acordo com as funções às quais ele é destinado:


Todos os serviços configuráveis através dele podem ser configurados através do painel de controle, o wizard é apenas um facilitador. Caso você já tenha ativado um determinado serviço por outros meios, ele aparece marcado como configurado no wizard. No screenshot, por exemplo, a função de servidor de arquivos "File Server" aparece marcada pois compartilhei uma pasta manualmente. Nesses casos o wizard pode ser usado também para remover a configuração anterior.

Como pode ver, optei por utilizar a versão em Inglês do 2003 Server nos screenshots do tópico em vez da versão em Português já que, ao contrário do que temos nas versões desktop do Windows, tanto a versão em Inglês quanto a em Português são igualmente utilizadas. Como é mais fácil para alguém acostumado com a versão em Inglês utilizar a versão em Português do que o contrário, optei por utilizá-la nos exemplos.

Vamos então a um resumo das funções disponíveis:

Servidor de arquivos

As versões domésticas do Windows possuem (de acordo com a versão) um limite de 5 ou 10 conexões simultâneas a compartilhamentos de arquivos. Isso é feito intencionalmente, de forma a impedir que sejam usadas como servidores de arquivos fora das redes domésticas e dos pequenos escritórios. É possível desarmar a limitação através da alteração de chaves de registro, mas isso viola o contrato de uso do sistema, o que não é aceitável no caso de uma empresa, devido à questão legal.

Com isso, a partir do momento em que sua rede corporativa possui mais do que um punhado de máquinas, você acaba sendo obrigado a incluir um servidor de arquivos dedicado, que pode ser uma máquina Linux rodando o Samba, ou uma máquina Windows, rodando uma das versões Server do Windows.

Em tutoriais anteriores, vimos como configurar um servidor de arquivos usando o Samba. Vamos agora estudar um pouco sobre a configuração do Windows 2003 Server.

O assistente para servidor de arquivos do "Configure Your Server Wizard" é um dos mais simples. Escolhendo a opção "file server", você se depara com uma sequência de dois assistentes.

O primeiro permite ativar o uso de quotas para novos usuários, limitando assim o volume de espaço em disco que pode ser usado por cada um. O uso de quotas é importante em redes com muitos usuários para racionalizar o uso do espaço disponível, evitando que um único usuário acabe com o espaço disponível dos discos.



No final está disponível também a opção de ativar o serviço de indexação, que oferece a possibilidade de realizar pesquisas dentro do conteúdo dos documentos através de um formulário web hospedado no servidor. Para tirar proveito desse recurso, é necessário instalar também o IIS, através da opção "Application Server (IIS, ASP.NET)" do Configure Your Server Wizard. A principal desvantagem de ativar o serviço de indexação é que ele consome uma fatia generosa dos recursos do servidor, que aumenta juntamente com o volume de acessos e de arquivos armazenados.

O segundo é um assistente simples, que permite criar compartilhamentos e definir o nível básico de permissões, que podem ser refinadas posteriormente acessando as propriedades do compartilhamento. O mais comum é usar as opções "Administrators have full access, other users have read-only access" para compartilhamentos usados para disponibilizar arquivos e programas acessados por diversos usuários em modo somente-leitura e a opção "Administrator have full access, other users have read and write access" para pastas de trabalho, onde os usuários precisam editar os arquivos:



Você pode também criar novos compartilhamentos e alterar as permissões de acesso da mesma forma que no Windows XP, acessando as propriedades da pasta e marcando a opção "Share this folder":


As quotas definidas ao rodar o assistente são apenas os valores padrão, que são aplicados a todos os novos usuários. Você pode acompanhar o uso do espaço e definir quotas personalizadas para os usuários que precisarem de mais espaço acessando as propriedades do disco. Acesse a aba "Quotas" e clique no botão "Quota Entries" para abrir a janela de configuração. Dentro dela, acesse as propriedades do usuário a configurar:


Para configurar as contas de usuários locais, acesse o "Start > All Programs > Administrative Tools > Computer Management". Dentro dele, acesse o "System Tools > Local Users and Groups". A partir daí, você pode criar novos usuários ou grupos clicando com o botão direito sobre a pasta correspondente e usando a opção "New user" ou "New group":


A opção "User must change password at next logon" força o usuário a trocar a senha ao se logar pela primeira vez, o que ajuda a resolver o problema do uso de senhas padrão indefinidamente. Você pode também fazer o inverso, ativando a opção "User cannot change password" para que ele não possa trocar a senha definida por você. A opção "Account is disabled" permite desativar a conta temporariamente, sem removê-la do sistema. As contas desativadas aparecem com um "x", como a conta Guest do screenshot anterior.

Outra opção para a administração dos usuários locais é o "lusrmgr.msc" (disponível também no Windows XP), que pode ser chamado através do "Start > Run". Ele oferece basicamente as mesmas opções.

DHCP

Para instalar o servidor DHCP, acesse o "Configure Your Server Wizard" e selecione a opção "DHCP Server" na lista de funções. Isso dispara um wizard que permite configurar o escopo de endereços que será usado pelo servidor, de forma similar ao que fazemos no arquivo dhcpd.conf ao configurar o servidor DHCP no Linux:



As opções incluem o range de endereços que será usado pelo servidor e a máscara de sub-rede (que pode ser fornecida no sistema CIDR ou na notação tradicional). Na tela seguinte, você pode definir uma lista de exclusões, ou seja, faixas de endereços dentro da faixa definida na primeira opção que não devem ser usadas pelo servidor DHCP.

Em seguida são definidos o gateway da rede, servidores DNS e servidor WINS (caso usado). No final do processo, você terá a opção de inicializar a configuração imediatamente, ou de deixar para aplicá-la mais tarde (o que pode ser feito se você precisar verificar a configuração da rede ou consultar outro administrador antes de ativar o servidor DHCP, por exemplo).

Você pode também aproveitar para ativar o servidor WINS, que tem um papel secundário dentro das redes Microsoft, funcionando como uma base de dados que relaciona os nomes das máquinas com os endereços IP correspondentes, ajudando na navegação da rede. Sem ele, os clientes Windows que não foram configurados para fazer parte de um domínio precisam recorrer a pacotes de broadcast para a navegação da rede, o que aumenta o tráfego e torna a navegação no ambiente de redes mais lenta.

Para ativar o servidor WINS, acesse o "Configure Your Server Wizard" e selecione a opção "WINS Server". A menos que você precise utilizar vários servidores WINS na mesma rede, a configuração é basicamente automática. Basta ativar o serviço e o servidor passa a manter a base de nomes e a responder às requisições dos clientes.

A partir daí, falta apenas configurar os clientes para utilizarem seu servidor. Ao usar o DHCP, você pode especificar o endereço do servidor WINS como parte da configuração. No caso dos clientes com configuração manual, a opção fica escondida nas propriedades da conexão de rede, no Protocolo TCP/IP > Propriedades > Avançado > WINS:


O WINS está lentamente entrando em desuso, já que a mesma tarefa realizada por ele pode ser executada de forma mais eficiente por um servidor DNS corretamente configurado. Apesar disso, ele ainda é um serviço importante, que vai demorar para deixar de ser usado completamente.

Servidor DNS

Em seguida temos a configuração do DNS. Como bem sabemos, o DNS é o protocolo usado para converter nomes de domínio em endereços IP. Dentro das redes Microsoft, o DNS é especialmente importante, pois a partir do Windows 2000 ele passou a ser usado como serviço primário para resolução de nomes dentro da rede (substituindo o antigo protocolo WINS) e passou a ser uma das bases do Active Directory. A rede passa então a utilizar um domínio, que pode ser dividido em subdomínios e em endereços individuais para os PCs e servidores da rede.

Se você pretende implantá-lo na sua rede, então você precisa primeiro configurar o servidor DNS, para só então ativar o Active Directory. Você pode rodar os dois serviços em servidores diferentes, mas de qualquer forma é necessário que o servidor DNS esteja disponível na rede. Os dois serviços são inseparáveis.

Embora recomendável, não é obrigatório usar um domínio registrado. Se o servidor é destinado apenas à sua rede local, ou se você está apenas montando uma rede de teste para estudar o funcionamento do servidor, é perfeitamente possível inventar um nome de domínio.

Nesse caso é necessário configurar todos os PCs para utilizarem o endereço IP do seu servidor DNS local como único servidor DNS. Qualquer estação que utilize um servidor DNS externo não conseguirá encontrar o domínio, já que ele existirá apenas dentro da sua própria rede:


Mas, em um ambiente real de produção, é importante fazer a configuração da forma correta, registrando um domínio válido. Você pode fazer o registro diretamente no registro.br ou contratar os serviços de uma empresa de hospedagem. É muito comum aproveitar o domínio usado pelo site da empresa, criado um subdomínio para a rede interna, como "intranet.empresa.com.br". Para usar o domínio, é necessário que o servidor de DNS responsável pela rede tenha uma conexão com endereço IP fixo e que o DNS responsável pelo domínio principal seja configurado para encaminhar para ele as requisições referentes à zona usada pela rede interna.

A configuração do servidor propriamente dito é feita através da opção "DNS Server" do "Configure Your Server Wizard":


A configuração do servidor DNS inclui dois passos. O primeiro é a configuração da zona de pesquisa, que permite que o servidor faça a resolução dos nomes. Esta é a principal parte da configuração. A segunda é configurar a zona reversa (DNS reverso), que é um passo opcional, necessário apenas se o seu servidor usa um DNS válido e é usado como servidor de e-mails.

O DNS reverso é utilizado por diversos servidores SMTP para verificar a autenticidade dos endereços, ou seja, verificar se o servidor é realmente o responsável pelo domínio especificado no remetente dos e-mails, de forma a dificultar o envio de spam. Sem configurar a zona reversa, os e-mails provenientes do seu servidor serão rotulados como spam e descartados por muitos servidores.

A primeira pergunta (Select the action you would like this wizard to perform) do assistente se refere justamente a isso. Se você está configurando um DNS local (mesmo que utilizando um domínio válido), em um servidor que não ficará diretamente disponível via Internet, escolha a primeira opção, "Create a forward lookup zone":



A segunda pergunta (Which server maintains your primary forward lookup zone) se refere à manutenção do domínio. Se você não está usando um domínio registrado, ou se você mesmo realizou o registro e está configurando o servidor para responder por ele, use a opção "This server maintains the zone". A segunda opção (An ISP maintains the zone and a read-only secondary copy resides on the server) é usada apenas caso o domínio tenha sido configurado por uma empresa de hospedagem ou provedor de acesso (que já configurou um servidor externo para responder por ele) e seu servidor está sendo configurado como servidor DNS secundário.

Na opção "Zone Name" vem a parte mais importante (e mais simples), que é especificar a zona, ou seja, o domínio que será utilizado pelo servidor. É possível tanto usar um domínio primário, como "gdhn.com.br" quanto um subdomínio, como "intranet.gdhn.com.br". O uso de subdomínios é muito comum em grandes redes, de forma a permitir que cada subrede utilize uma zona diferente.



No final do wizard, na opção "Forwarders", marque a opção "Yes, it should forward queries to DNS servers with the following IP address" e preencha os dois campos com os endereços dos servidores DNS usados para acessar a Internet. Isso faz com que o servidor encaminhe as requisições de domínios da Internet para eles, permitindo que as máquinas da rede local acessem normalmente.

Com isso, o servidor DNS responde diretamente requisições dentro de sua própria zona (ou seja, dentro do domínio especificado na configuração) e repassa todas as demais uma os servidores DNS do provedor.

Depois de concluído o assistente, você pode alterar a configuração do servidor DNS e ter acesso às opções avançadas através do "Administrative Tools > DNS" no iniciar:



Active Directory

Em uma pequena rede, você pode usar o simple sharing do Windows XP (configurar um servidor Samba com acesso para a conta "guest") para criar compartilhamentos de rede de acesso fácil, porém sem segurança. É possível também centralizar os compartilhamentos em um servidor central, criando contas de acesso separadas para cada usuário. Mas, em uma grande rede, nenhuma das duas opções são satisfatórias, já que deixar os compartilhamentos escancarados deixaria a rede incrivelmente vulnerável e tentar sincronizar manualmente listas de usuários entre vários servidores seria um trabalho contínuo, fonte de muita dor de cabeça.

A partir do Windows NT foi introduzido o conceito de domínios, onde um servidor central, chamado de PDC (Primary Domain Controller, ou controlador primário de domínio) armazena um diretório central, contendo os logins e senhas de acesso, permissões de segurança e outras informações. O PDC passa então a funcionar como um servidor de autenticação para toda a rede, centralizando a administração.

Ao cadastrar um novo usuário no servidor PDC, ele automaticamente pode fazer logon em qualquer uma das estações configuradas como membros do domínio. Ao remover ou bloquear uma conta de acesso, o usuário é automaticamente bloqueado em todas as estações. Isso elimina o problema de sincronismo entre as senhas no servidor e nas estações e centraliza a administração de usuários e de permissões de acesso no servidor, simplificando bastante seu trabalho de administração.

A partir do Windows 2000, este recurso foi expandido, dando origem ao Active Directory. Ele é baseado em uma implementação do LDAP e permite armazenar um volume muito maior de informações, além de facilitar o uso de diversos servidores no mesmo domínio. Essencialmente, o Active Directory oferece as mesmas funções oferecidas por um domínio NT, combinadas com novos recursos.

No Linux, existe a opção de configurar o Samba como controlador de domínio, inclusive participando do Active Directory, como se fosse um servidor Windows. Entretanto, o Samba 3 ainda não é capaz de atuar como servidor primário do Active Directory, tarefa que por enquanto pode ser desempenhada apenas por um servidor Windows. O suporte a Active Directory está sendo incluído na versão 4 do Samba que (início de 2008), está em estágio alpha.

Vamos então à configuração:

Depois de ativar o DNS, você pode acessar o assistente para ativar o Active Directory e promover o servidor a Controlador de Domínio usando a opção "Domain Controller (Active Directory)" do "Manage Your Server" ou chamando o "dcpromo.exe" através do "Iniciar > Executar".

Para o primeiro controlador de domínio da rede, escolha a opção "Domain controller for a new domain" e em seguida a opção "Domain in a new forest". A opção "Additional domain controller for an existing domain" é usada apenas quando você já tem um domínio ativo e está adicionando novos servidores a ele:


Na pergunta seguinte (Create New Domain), você pode escolher entre três opções. SE este é o seu primeiro servidor de domínio, escolha a opção "Domain in a new forest":


O Active Directory é organizado dentro do conceito de árvores e florestas. Tudo começa com o primeiro servidor do domínio, que passa a ser a raiz da primeira árvore. É possível criar sub-domínios (child domains) como "adm.gdhn.com.br" e "vendas.gdhn.com.br" entram na analogia como galhos na árvore. Você pode então cadastrar novos servidores, criando um subdomínio diferente para cada um (um para cada departamento da empresa, por exemplo). Nesse caso, você usaria a opção "Child domain in an existing domain tree" ao cadastrá-los.

É possível também adicionar novos domínios (que façam parte da mesma organização), que entram na analogia como novas árvores. Ao cadastrá-los, você usaria a terceira opção (Domain tree in an existing forest), que faz com que a nova árvore (o novo domínio) seja adicionado à árvore (ou seja, ao domínio) já existente, formando uma floresta.

As florestas são compostas por diversos domínios (e, consequentemente, por diversos servidores) que formam um único diretório. Você pode imaginar um grande volume de servidores, espalhados por diferentes cidades de um país, ou mesmo por países diferentes, que mantém uma base de dados comum (replicada de forma automática) e podem ser administrados de forma centralizada. A grande bandeira do Active Directory é justamente o fato de oferecer os recursos que permitem a criação dessa estrutura.

Continuando, temos a pergunta seguinte (New Domain Name) onde você deve indicar o domínio que está sendo criado, como "gdhn.com.br":


O "Domain NetBIOS name" é um nome alternativo para o servidor, que será fornecido aos clientes com versões antigas do Windows (95/98/ME/SE ou NT), que ainda utilizam o WINS ou pacotes de broadcast para localizar as máquinas na rede. O nome NetBIOS pode conter até 15 caracteres, incluindo letras e números, mas é fortemente recomendado que você não utilize pontos, para que ele não seja confundido com o nome de domínio. Uma boa opção é simplesmente usar a parte principal do domínio como nome NetBIOS, como em "GDHN".


Em seguida você tem a opção de definir onde serão armazenadas as bases de dados do servidor e os logs. Por default são sugeridas pastas dentro do diretório \Windows, mas em um servidor de produção é recomendável reserver um HD separado apenas para isso. Isso facilita a recuperação dos dados e a migração para outro servidor em caso de pane e também melhora o desempenho de acesso aos arquivos, já que eles não precisarão compartilhar os ciclos de leitura do HD com os demais arquivos, bibliotecas e aplicativos do sistema:



A pergunta seguinte é sobre a localização do SYSVOL, que armazena arquivos que ficarão acessíveis a todas as máquinas que fazem parte do domínio. Além de permitir disponibilizar atualizações de segurança, drivers, patches e outros arquivos que precisam ser instalados em diversas máquinas da rede (que seria a aplicação mais óbvia), ele armazena também os arquivos com as políticas de grupo, e os scripts de logon, que são executados pelas estações quando o usuário faz logon. Isso faz com que o SYSVOL também seja um componente importante.

As políticas de grupo (group policies) permitem limitar o ambiente dos usuários, bloqueando o uso do task manager, restringindo os aplicativos disponíveis, bloqueando alterações no ambiente de trabalho, bloqueando a instalação de programas e assim por diante. A idéia é restringir as opções e as alterações que podem ser feitas pelos usuários, reduzindo assim o volume de trabalho das equipes de manutenção e de suporte.

Para criar políticas de grupo para o domínio, é preciso instalar o GPMC (Group Policy Management Console), disponível no http://www.microsoft.com/windowsserver2003/gpmc/.

Depois de instalado, você pode abrir o editor através do "Administrative Tools > Group Policy Management" ou chamando o "gpmc.msc" através do "Start > Run".


Continuando, se houver qualquer problema com a configuração do servidor DNS, que impeça seu uso em conjunto com o Active Directory, o assistente exibe o menu abaixo, onde você tem a opção corrigir o problema manualmente e executar o teste novamente, deixar que o assistente corrija o problema automaticamente ou concluir a configuração e deixar para solucionar o problema manualmente mais tarde:


Em configurações simples, ou seja, um único DNS local, respondendo por um único domínio, o wizard costuma fazer um bom trabalho na resolução do problema, por isso você pode arriscar usar a segunda opção sem medo, mas no caso de um servidor de produção seria recomendável estudar o problema com mais calma.

Como parte do processo, é solicitada que você defina uma senha de restauração para o Active Directory. Esta senha é solicitada ao acessar o Directory Restore Mode, um modo de recuperação que pode ser acessado ao pressionar a tecla F8 durante a inicialização do sistema (acesse a opção "Windows Advanced Options > Directory Services Restore Mode").

Através dele você pode executar diversas tarefas que não podem ser executadas enquanto o sistema está ativo, como transferir os arquivos do banco de dados para outro servidor ou realizar uma desfragmentação do BD em modo offline. Naturalmente, é essencial que seja escolhida uma boa senha.


No final do processo é necessário reiniciar o servidor, para que todas as mudanças sejam aplicadas.

Depois de ativar o Active Directory, várias coisas mudam na administração do servidor, a começar pelo gerenciamento de usuários. A opção "Administrative Tools > Computer Management > System Tools > Local Users and Groups" desaparece e o "lusrmgr.msc" passa a exibir uma mensagem de erro quando aberto, avisando que não pode ser usado em um controlador de domínio.

Isso acontece por que ambas as ferramentas permitem administrar usuários locais e, ao ativar o Active Directory, deixamos de usar contas locais e passamos a usar contas cadastradas no diretório. A administração passa então a ser feita através do "Administrative Tools > Active Directory Users and Computers":


Dentro do utilitário, expanda a árvore do domínio (na coluna da esquerda), clique com o botão direito sobre a pasta "Users" e selecione a opção "New > User". Veja que o campo "User logon name" inclui o domínio do qual ele faz parte:



Esta mesma ferramenta é usada para criar grupos, criar compartilhamentos de rede e impressoras, entre outros recursos. Toda a configuração feita aqui é salva no diretório e é automaticamente replicada para os demais servidores, passando a valer para toda a rede.

Cadastrando as máquinas

O próximo passo é cadastrar as demais máquinas da rede no domínio, o que precisa ser feito manualmente em cada cliente, seja localmente ou seja usando a assistência remota.

Nas estações com o Windows XP Professional, acesse o "Painel de Controle > Sistema > Nome do Computador" e use a opção "Alterar...". No menu seguinte, defina o nome da máquina e indique o domínio. Para ter acesso a esta opção você deve estar logado (na estação) como administrador:


Na tela de identificação que será aberta a seguir, você deve efetuar um login no servidor usando o login "administrator", "administrador" ou outra conta administrativa, com permissão para ingressar máquinas no domínio.

Fornecer a senha da conta administrativa ao cadastrar o cliente no domínio, prova que quem está fazendo a operação é o administrador, ou alguém autorizado por ele. Se qualquer um pudesse adicionar e remover máquinas do domínio, ele não seria muito diferente de um grupo de trabalho e a configuração perderia todo o sentido.

Lembre-se de que para encontrarem o domínio, as estações devem ter sido configuradas para utilizarem o endereço IP do servidor DNS interno e não o DNS do provedor ou qualquer outro servidor externo. Sem isso, você receberá uma mensagem como a abaixo, avisando que a estação não conseguiu encontrar o servidor. Nesse caso, altere a configuração de rede da estação, adicionando o endereço IP do servidor como DNS primário e tente novamente.


Mesmo que toda a configuração esteja correta, é normal que a conexão inicial demore um ou até dois minutos. Se tudo der certo, você é saudado com uma mensagem de boas vindas:


Quando a máquina passa a fazer parte do domínio, é criada uma "relação de confiança" entre ela e o servidor. Uma senha (chamada de "machine trust account password") é usada pela máquina para comprovar sua identidade ao contatar o servidor de domínio. Esta é uma senha interna, gerada automaticamente pelo sistema durante a conexão inicial.

Depois de reiniciar a estação, o default da tela de login passa a ser realizar o login no domínio em vez de na máquina local. Isso permite fazer logon usando qualquer uma das contas cadastradas no servidor. Continua disponível também a opção de fazer um login local, mas neste caso perde-se o acesso aos recursos relacionados ao domínio e é usado o perfil do usuário local:


Uma vez que a máquina é adicionada ao domínio, passa a existir uma distinção entre as contas locais (que são válidas quando é usada a opção de fazer logon na máquina local, na tela de logon) e as contas do domínio.

Quando o usuário se loga na estação, usando uma das contas cadastradas no servidor, ele é na verdade logado (na estação local) usando uma conta limitada, onde ele não tem permissão para compartilhar arquivos, para alterar as configurações da rede, nem para alterar a maior parte das configurações do sistema.

Em muitas situações, é exatamente isso que você quer, mas em outras isso pode ser um grande problema, já que o usuário não conseguirá compartilhar pastas com outros usuários da rede, por exemplo. Veja que a aba de compartilhamento sequer fica disponível nas propriedades da pasta:


Para mudar isso, é necessário ajustar as permissões da máquina local, de forma que a conta do domínio tenha permissão para alterar as configurações. Para isso, logue-se localmente na estação Windows, usando uma conta (local) com privilégios administrativos:


Acesse o "Painel de controle > Contas de usuário" e clique no "Adicionar". Especifique o login do usuário e o nome do domínio e na tela seguinte especifique o nível de permissão na máquina local (Administrador, Usuário avançado, etc.). Você pode adicionar outros usuários se desejar:


Faça logoff (na estação) e logue-se novamente no domínio com a conta que foi cadastrada. Se você a cadastrou com privilégios administrativos, você notará que a aba de compartilhamento voltou a aparecer e o acesso às demais configurações foi destravado. Com isso o usuário assume o controle de sua máquina local e pode criar compartilhamentos e alterar as demais configurações:


Note que esta configuração é necessária apenas se você quiser que os usuários das estações possam criar compartilhamentos locais. Outra opção é simplesmente adicionar compartilhamentos no servidor e orientar os usuários a usarem os compartilhamentos criados para compartilharem os arquivos desejados. Centralizar todos os compartilhamentos no servidor é mais seguro e facilita bastante os backups, já que você precisará apenas em fazer backup dos arquivos do servidor.

Concluindo, para remover a máquina do domínio, é preciso acessar a mesma opção e mudar a opção de "Membro de Domínio:" para "Membro de Grupo de trabalho:". O sistema solicita novamente a senha do servidor, como uma forma de comprovar que o usuário está autorizado a realizar a operação. Isso evita que os usuários da rede desfaçam a configuração, removendo as máquinas do domínio.

No Windows Vista, a opção de adicionar a máquina ao domínio está no Painel de Controle > Sistema > Configurações avançadas do sistema (na lista à esquerda) > Nome do Computador > Alterar.

A forma como você escolhe se quer se logar ao domínio ou fazer um login na máquina local na tela de login do Vista segue uma lógica um pouco curiosa. Depois que a máquina é adicionada ao domínio, a tela de login mostra a opção de fazer logon no domínio, onde o último login utilizado fica pré-selecionado. Para usar outro login, é necessário clicar no botão "Trocar Usuário" e fornecê-lo na tela seguinte. Entretanto, não existe uma opção para fazer logon na máquina local. Para isso, é necessário especificar o nome da máquina seguido pelo nome do usuário no campo de login, como em: Vista\gdhn. Outra opção é usar um ".\" antes do nome do usuário, como em ".\gdhn".

No Windows 2000, o procedimento é basicamente o mesmo do Windows XP, muda apenas a localização da opção, que está disponível no "Meu Computador > Propriedades > Identificação de rede > Propriedades".

Nem todas as versões do Windows suportam o uso de um domínio. Como controladores de domínio são usados principalmente em redes de médio ou grande porte em empresas, a Microsoft não inclui suporte no Windows XP Home e no XP Starter, assim como no Vista Starter, Vista Home Basic e Vista Home Premium, de forma a pressionar as empresas a comprarem as versões mais caras.

Carlos Morimoto 13/02/08

www.guiadohardware.net

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Removendo senha do Windows XP e Vista utilizando um live CD

Removendo senha do Windows XP e Vista utilizando um live CD

1º passo

Dê um boot com um live CD do Linux (Ubuntu, Kurumin, Fedora etc). Então abra o terminal e entre no modo de super usuário. Por exemplo, digite:

$ sudo su

Crie um diretório em /mnt:

# mkdir /mnt/windows

2º passo

Monte o hd com o sistema windows:

# mount -t ntfs-3g /dev/sd1 /mnt/windows -o force (para hd sata)

# mount -t ntfs-3g /dev/hd1 /mnt/windows -o force (se seu hd for IDE)

3º passo

Após ter montado a partição com o sistema Windows, localize o seguinte arquivo: sethc.exe. Esse arquivo esta localizado em c:\windows\system32.

Renomeie o arquivo sethc.exe (ex: sethc.old). Copie o arquivo cmd.exe e cole especial (ou algo do gênero com o nome sethc.exe). Reinicie o micro no Windows XP ou Vista.

Na tela de logon pressione 5 vezes a tecla shift da esquerda. Aparecerá uma janela do DOS, digite: CONTROL USERPASSWORDS2. Agora é só digitar a senha nova ou deixar em branco do usuário que você desejar.

Qualquer dúvida, sugestão ou reclamação, favor entrar em contato. Obrigado.

José Avelar

Dica do Windows


Índice:
01) Introdução
02) Baixando
03) Iniciando
04) Ativando o Som
05) Desktop Experience
06) Ativando animações do Aero.
07) Ativando o Aero
0 Pesquisa
09) Desabilitando o IE ESC
10) Configurando o DEP
11) Desativando a exigência de complexidade da senha do usuário
12) Desativando a exigência do Ctrl+Alt+Del no logon
13) Desativando a exigência de comentário ao desligar.
14) SuperFetch
15) Priorizando processamento aos programas.

01) Introdução:

Este tutorial é uma iniciativa para ajudar aqueles que adquiriram ou pretendem adquirir o Windows Server 2008 para usá-lo em seu computador pessoal, muitos preferem usar o Windows 2003 ou 2008 ao invés de XP e Vista, por considerarem mais rápido e estável, mas lembro que alguns especialistas não recomendam esta pratica.

Há alguns problemas para quem opta por isto, este sistema não foi feito para ser usado em computadores pessoais e por isto exige um conhecimento maior para configurá-lo e operá-lo, outro problema é o valor da licença ser inviável para usuários únicos, mas a grande vantagem vista pela maioria é um desempenho muito melhor, tanto em aplicativos quanto a jogos, quando bem configurado.

Existem seis versões do Windows Server 2008 para baixar no site da Microsoft, mas para usá-lo em um Destkop, recomendo o Standard, por ser o mais leve de todos (Não á limites de janelas como no XP Standard)

03) Iniciando:

Na primeira vez que o Windows Server 2008 é iniciado, ele pedirá para você definir uma nova senha para o Administrator, esta senha requer um nível mínimo de complexidade que já iremos desabilitar, esta senha não precisa ser necessariamente grande,e sim complexa, por exemplo, misturar lestras e números, maiúsculas e minúsculas.

Como todo Windows, faça o básico de toda instalação: instale todos os seus drivers,configure sua net,crie seu usuário, etc..




04) Ativando o Som:

Clique com o direito em áudio (ao lado do relógio)> sounds, clique em Yes.



05) Desktop Experience:


Instalando o Desktop Experience, estaremos ativando de uma vez a maioria dos programas e recursos que estão presentes no Windows e usamos, são eles:

• Windows Calendar
• Windows Mail
• Windows Media Player
• Windows Aero™ e outros temas.
• Video para Windows ( Suporte ao AVI)
• Windows Photo Gallery
• Windows SideShow™
• Windows Defender
• Limpeza de disco
• Sync Center
• Gravador de som
• Mapa de Caracteres

Para instalá-lo,clique em > Server Manager.

Em "Features Summary", clique em "ADD Features"


Na lista que se abriu, marque "Desktop Experience".

Dica: abra a aba "NET Framework 3.0 Features" e marque o ".NET Framework 3.0" também, alguns programas precisam dessa plataforma para poder rodar, ou baixa a versão mais atual: Download

Clique em "Install" e reinicie seu PC.

06) Ativando animações do Aero


No passo anterior, instalamos o Aero™,mas ele não possui as animações que o acompanha, antes de ligá-lo ,vamos ativar suas animações:

Clique com o Direito em "Computer" e vá em "Properties",a esquerda,em "Advanced System Settings",na aba "Advanced", em "Performance" clique em "Settings"

Marque a opção "Adjust for Best appearence"

e de Ok, Ative o Aero normalmente.
07) Ativando o Aero*

Após instalar "Desktop Experience",clique em > Run e digite "%windir%\System32\services.msc"e de Ok.

Na lista, procure pelo serviço "Thermes", clique o botão direito e vá em "Properties",em "Startup Type" e selecione a opção "Automatic", pressione "Apply" e em seguida aperte o botão "Start".de Ok e feche a janela de Serviços.

clique com o direito em seu Desktop> Personalize>Window Color and Appearance, selecione "Windows Aero":

E de Ok.

*Seu computador precisa atingir os requisitos mínimos para poder ativar o aero:
- Um processador de 1-GHz de 32 bits (x86) ou 64 bits (x64), 1 GB de memória RAM, Placa de vídeo de 128-MB da classe DirectX 9 que suporte um Windows Display Driver Model Driver, Pixel Shader 2.0 no hardware e 32 bits por pixel.

0 Pesquisa

A Pesquisa também vem desabilitada por padrão no Windows Server 2008, este serviço serve para agilizar a busca no computador o Outlook 2007 faz uso deste serviço, se você costuma usar as pesquisas do Windows ou usa o Outlook, é recomendável ativar este serviço.


Clique em > Server Manager.
Em "Roles Summary",clique em "Add roles"> "Next", selecione "File Service" e precione "Next" >"Next" , marque "Windows Search Service", "Next" selecione a unidade que deseja que o serviço indexe para a busca e aperte "Next" e "Install"
30.gif Consulte a fonte desta dica no final do tutorial

09) Desabilitando o IE ESC

O IE ESC é uma proteção extra do Internet Explorer presente também no Windows 2003, ela bloqueia não só funções do IE como recursos de programas que dependem dele diretamente, como MSN, dando mensagens de erro semelhantes a esta:

Para remover a proteção, clique em > Server Manager.

Em "Security Information", clique em "Configure IE ESC",Clique em Off nas duas opções e de Ok.

10) Configurando o DEP

Alguns programas não estão abrindo e dá aquela mensagem para enviar relatório de erros a Microsoft? A culpa pode ser do DEP (Data Execution Prevention, uma proteção do Windows contra vírus e afins). No Windows Server 2008 ele não vem configurado para proteger apenas arquivos de sistema como no XP/Vista, mas sim todos os programas do PC, impedindo alguns de funcionarem corretamente.

Para configurá-lo: Clique com o Direito em "Computer" e vá em "Properties",a esquerda,em "Advanced System Settings",na aba "Advanced", em "Performance" clique em "Settings",na aba "Data Execution Prevention"*, marque a opção "Turn on DEP for essential Windows programs and services only" de Ok.**


* Você também poderá adicionar exceções a programas manualmente nesta janela, permanecendo com as configurações originais.
**Será necessário reiniciar o computador para que as alterações entrem em vigor.

11) Desativando a exigência de complexidade da senha do usuário

Clique em > Run e digite "%windir%\System32\secpol.msc" de Ok.

Na raiz a esquerda,navegue em: Security Settings> Account Policies> Password Policy

Nas opções a direita, procure por "Password must meet complexity requirement", abra e marque "Disabled" e de ok.

12) Desativando a exigência do Ctrl+Alt+Del no logon

Clique em > Run e digite "%windir%\System32\secpol.msc" de Ok.

Na raiz a esquerda,navegue em: Security Settings> Local Policies> Security Options.

Nas opções a direita,procure por "Interactive Logon: Do not require CTRL+ALT+DEL", abra e marque "Enable".de Ok.

13) Desativando a exigência de comentário ao desligar.

Esta mensagem é dada toda vez que você vai desligar/reiniciar o computador, ela pede para escrever o motivo ou comentário pelo qual o computador esta sendo desligado, para desativá-la:

Clique em > Run e digite "%windir%\System32\gpedit.msc" e de Ok.

Navegue: Computer Configuration> Administrative Templates> System.
Procure por "Display Shutdown Event Traker",abra-o e marque "Disabled"

14) SuperFetch

O serviço "SuperFetch" é responsável por melhorar o desempenho do sistema com o passar do tempo, por padrão ele vem desativado e aparentemente incompatível no Server 2008.

-Deixando o SuperFetch compatível:

Clique em > Run e digite "regedit" e de Ok.
Nas pastas a esquerda,navegue: HKEY_LOCAL_MACHINESYSTEMCurrentControlSetControlSession ManagerMemory ManagementPrefetchParameters

Já selecionada a pasta "PrefetchParameters",crie uma chave de registro clicando com o botão direito do mouse, "New" > "Dword (32-bit) value"

Digite no nome "EnablePrefetcher" e de enter, crie mais uma chave, com o nome "EnableSuperfetch"

Nas duas chaves você irá dar um clique duplo e por o valor "3" em "Value Data",ficará assim:

feche o Registry Editor.

-Ativando o Serviço SuperFech:

Clique em > Run e digite "%windir%\System32\services.msc"e de Ok.

Na lista, procure pelo serviço "SuperFech", clique o botão direito e vá em "Properties",em "Startup Type" e selecione a opção "Automatic", pressione "Apply" e em seguida aperte o botão "Start".de Ok e feche a janela de Serviços.
30.gif Consulte a fonte desta dica no final do tutorial

15) Priorizando processamento aos programas

O Windows Server vem como padrão a priorização nos processamentos de serviços em segundo plano , deixando os programas que você está operando mais lentos, para mudar isso:

Clique com o Direito em "Computer" e vá em "Properties",a esquerda,em "Advanced System Settings",na aba "Advanced", em "Performance" clique em "Settings",na aba "Advanced" selecione a opção "Programs":

E de Ok.

-Multimedia Class Scheduler:

Este serviço vem desativado por padrão do Windows Server 2008, ele é responsável por priorizar o processamento de programas Multimedia (Como Players) acabando com as interrupções nas músicas quando se está mexendo em outros programas, para ativa-lo:

clique em > Run e digite "%windir%\System32\services.msc"e de Ok.

Procure por Multimedia Class Scheduler,clique o botão direito e vá em "Properties",em "Startup Type" e selecione a opção "Automatic", pressione "Apply" e em seguida aperte o botão "Start".de Ok e feche a janela de Serviços.


Conteúdo adicional/externo:
Links:
Requisitos do Sistema
Windows Server 2008 Language Packs

FONTES:

30.gif Dicas: 8 e 14 > Fonte MSDN via Site do Baboo.com.br, sugerido por {K.F.P}. Adaptado/complementado por Platinum_666

Dicas sem especificações de fontes: Platinum_666